PROEMPRESA é o seu parceiro ideal também nesta Retoma das Atividades Empresariais

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PROEMPRESA é o seu parceiro ideal também nestaRetoma das Atividades Empresariais

Os desafios que o mercado nos coloca não desapareceram. Apenas mudaram a ordem de relevância e ou se adaptaram.

As empresas terão dois caminhos: i) abrirem mão do seu protagonismo e se renderem à estagnação ou ii) se reinventam e usam este momento como impulso de ação. Sem dúvida nenhuma, que a segunda opção é a mais desafiadora e também a que trará melhores resultados.

Tendo em conta toda a incerteza à volta desta situação provocada por esta crise, é condição sine qua non estender a mão aos nossos empreendedores/empresários cabo-verdianos que tiverem seus negócios afetados pela crise provocada pelo Covid19, e que estejam dispostos a procurar soluções para facilitar a retoma das suas operações económicas.

Para isto, a PROEMPRESA disponibilizará um conjunto de acções que visam essencialmente garantir o suporte necessário às empresas nacionais, no sentido de retomar as suas atividades empresariais, visando uma recuperação célere e eficiente.

 

Os empresários terão que aprender a alterar o cenário imprevisível que se vive atualmente e retomar as suas atividades.

Assim, a PROEMPRESA está a preparar um programa de retoma das atividades empresariais, a ser brevemente lançado, que além de reforçar as várias componentes dos programas de apoio empresarial atualmente existentes no Instituto, efetuaremos alguns ajustes nos procedimentos de modo a contribuir para que o empresário possa alcançar novos desafios e encontrar novas soluções na realização dos seus negócios.

Sendo o conhecimento a maior riqueza em tempos de incertezas, o novo programa prevê ainda a criação de novos conteúdos informativos, dinamizados por especialistas, abordando temas de interesse empresarial e com principal foco em estratégias empresariais de retoma à normalidade.

Fique atento, nós vamos estar ao seu lado, também neste momento desafiador. Estamos aqui por si e para todas as empresas nacionais!

2ª Edição da Newsletter da PRÓ EMPRESA

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Caro parceiro,

Caro empresário/empreendedor,

Nesta 2ª edição do nosso Newsletter, convidamos-lhe a saber um pouco sobre os incentivos à produção dos equipamentos de proteção individual, aprovados pelo Governo, nomeadamente as máscaras, viseiras e álcool gel, mas também a conhecer empresas que têm visto nesta crise, uma oportunidade de dar a volta por cima. Confira ainda algumas dicas para minimizar os impactos desta pandemia nos seus negócios. 

Boa leitura! 

O Conselho Diretivo da Pró - Empresa

 

Bancos passam a solicitar informações tributária e contributiva das empresas directamente à DNRE e INPS

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Os bancos comerciais passam a solicitar as informações tributária e contributiva das empresas directamente à Direcção Nacional de Receitas de Estado (DNRE) e ao Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), revelou hoje o Governo.

Em comunicado, o executivo explica que a medida visa apoiar as empresas cabo-verdianas a provar, com a “maior celeridade possível”, a sua situação de regularidade tributária e contributiva junto dos bancos comerciais, a fim de obterem a aprovação de moratórias dos seus créditos.

“A DNRE e o INPS são as entidades que, no cumprimento das suas atribuições, deverão emitir as referidas declarações. Contudo, perante a pandemia da covid-19 e, como consequência, o decreto do estado de emergência nacional, sentiram-se forçadas a trabalhar com um número mínimo de colaboradores tendo como objectivo promover o distanciamento social”, refere.

É com base nisso que se tomou algumas medidas, nomeadamente a solicitação ‘online’ de certidão de divida ou de situação tributária.

“De modo a tornar ainda mais simplificada a obtenção dos referidos comprovativos, decidiram a DNRE e o INPS, em concordância com as instituições financeiras, adoptar um circuito adicional de comunicação que passará, doravante, pela solicitação directamente pelos bancos das referidas informações a estas duas entidades, mediante o devido consentimento por parte dos clientes”, esclarece o comunicado.

O Governo garantiu que o prazo de fornecimento da informação sobre a situação tributária e contributiva de um cliente não ultrapassa 24 horas em pessoas com situações fiscal e contributiva devidamente regularizadas.

 

Fonte: Inforpress- https://www.inforpress.cv/covid-19-bancos-comerciais-passam-a-solicitar-informacoes-tributaria-e-contributiva-das-empresas-diretamente-a-dnre-e-inps/

Vamos vencer, em conjunto, mais esta luta

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A preparação para a retoma da atividade empresarial, vai depender da sinergia e complementaridade entre as decisões tomadas, quer pelo Governo como pelas empresas e sociedade civil.

Para isto, além de todas as medidas já tomadas pelo Governo para minimizar os impactos desta pandemia na economia cabo-verdiana, o Governo de Cabo Verde tem disponibilizado todo o suporte possível no sentido de fazer com que esta transição para pós-crise, seja com menos efeitos negativos possíveis. Neste momento, a luta é para sobrevoar a pandemia com menor sofrimento possível e evitar a falência das empresas. Pensar e implementar novas medidas necessárias e suficientes para a readaptação e recuperação do tecido empresarial nacional, para garantir que estas continuem a produzir e a criar valor, faz-se necessário.

O maior desafio nesta retoma tem duas vertentes importantes. De um lado, as empresas exigem o total apoio do Governo com vista poderem i) estabelecer parcerias internacionais; ii) criar estratégias eficientes e iii) promover investimentos na promoção empresarial, na economia digital, no capital humano e nas políticas de inclusão social, necessários e capazes de permitir criar condições favoráveis à retoma e colocar Cabo Verde numa posição de economia competitiva. Por outro lado, o setor privado é desafiado a reformatar a sua estratégia, a reaprender, a reinventar e adaptar o seu modu operandise a sua forma de criar riqueza.

É mais do que sabido que sem empresas não há empregos, muito menos os rendimentos e, por conseguinte não há economia. É indiscutível também que as empresas têm um papel crucial nas sociedades modernas e, agora mais do que nunca, têm a necessidade de contar com o Estado. No entanto, citando o Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Dr. Olavo Correia, “Há, entretanto, uma condicionante: os princípios e valores são para ser cumpridos em qualquer momento. O princípio de cumprimento das obrigações para com o fisco, segurança social, com os prazos, os contratos e para com a estrutura legal "lato sensu", são princípios que não podem ser violados em qualquer altura.”

O equilíbrio e o bom senso, são chamados à luz neste momento. As dificuldades existem para serem ultrapassadas e vencidas. É certo que a vontade de vencer é enorme, mas a sinergia para que se possa vencer, faz-se necessário, agora.

Vamos vencer, em conjunto, mais esta luta.

Medidas de Proteção Individual e Coletiva dos Empresários

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Caro Empresário/Empreendedor!

As medidas de proteção individual e coletiva, serão, nos próximos tempos, a nossa melhor aposta. Assim, como forma de prevenção do contágio do novo coronavírus, os equipamentos de proteção individual – EPI, nomeadamente as máscaras, viseiras, álcool gel, etc, devem ser as nossas aliadas indispensáveis no dia-a-dia. A prudência de todos no uso correto destes instrumentos de proteção, é condição indispensável para que possamos vencer esta batalha e voltar ao normal, com maior segurança e saúde possível.

Faça a sua parte!

Comunicação Conjunta

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Com vista a facilitar as empresas cabo-verdianas a provar com maior celeridade possível a sua situação de regularidade tributária e contributiva, junto dos Bancos Comerciais, afim de obterem a aprovação de moratórias dos seus créditos, foram aprovadas novas medidas nomeadamente:

  • Solicitação pelos Bancos Comerciais de informações tributária e contributiva das empresas diretamente à DRNE e ao INPS, mediante devido consentimento dos clientes;
  • 24 horas é o prazo máximo para entrega das informações por parte da DNRE e INPS aos bancos, para clientes com situação fiscal e contributiva regularizada;

Lembrando ainda, que também é possível fazer o pedido das certidões online através de www.dnre.gov.cv.

 

3ª Edição da Newsletter da PRÓ EMPRESA

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Caros parceiros,
Empresários e empreendedores,
 
Nesta semana da retoma gradual à “nova normalidade”, esta 3ª edição da nossa newsletter, incide sobre a necessidade de evidenciar a nossa capacidade colectiva e adaptativa a estes novos tempos, quer das entidades públicas, como as do setor privado. 
 
Trazemos ainda, em 1ª mão, informações sobre o programa de retoma das atividades empresariais, a ser brevemente lançado, que envolvendo todas as entidades do Ecossistema de Fomento Empresarial, vai ser igualmente implementado num quadro articulado, com os vários programas de promoção empresarial existentes, e  de alinhamento com as acções já preparadas pelas entidades do sector do emprego, formação e da empregabilidade. 
 
Do lado da PROEMPRESA, haverá um reforço das várias componentes dos atuais programas de apoio empresarial existentes no Instituto e efetuaremos também alguns ajustes nos procedimentos de modo a contribuir para que o empresário possa enfrentar, com maior facilidade os novos desafios e implementar novas soluções na realização dos seus negócios.
 
Contém ainda esta edição dicas importantes para esta nova realidade e o destaque para uma das empresas que tem enfrentado esta crise com sucesso.
 
Boa leitura!
O Conselho Diretivo da Pró Empresa

 

BCV suspende taxas nas transacções interbancárias e aconselha clientes a ir aos bancos apenas por extrema necessidade

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O Banco de Cabo Verde suspendeu as taxas nas transacções interbancárias e aconselhou os clientes a dirigirem-se aos bancos apenas por “questões de extrema necessidade”, para evitar “aglomerações” que podem implicar “riscos de contágio com o novo coronavírus”.

Através de um comunicado enviado à Inforpress, o BCV lembrou que já tinha instado as instituições financeiras, por ele supervisionadas, a adoptarem um conjunto de medidas para o funcionamento das respectivas estruturas para evitar aglomerações.

No entanto, conforme o Banco Central, apesar das suas recomendações e das autoridades de saúde pública, “tem-se verificado aglomerações frente aos bancos”, o que tem gerado “preocupação e inúmeras reclamações” por causa do “potencial risco de contágio” que esta atitude representa.

“Nem mesmo o recente alargamento do horário de atendimento dos bancos ao público para até às 15 horas ininterruptamente surtiu o efeito desejado, continuando a verificar-se grandes aglomerações frente às agências bancárias, tal qual dantes”, frisou o BCV, pedindo aos bancos comerciais para aconselhar os seus clientes a utilizar os canais digitais para a realização das operações à luz das orientações de distanciamento social e isolamento preventivo.

Face à persistência de aglomerações em frente das agências bancárias, o BCV entendeu tomar medidas adicionais que devem ser adoptadas durante o estado de emergência e enquanto não houver o levantamento de medidas restritivas de circulação, para salvaguardar a saúde dos colaboradores e dos clientes bancários.

Por exemplo, segundo o BCV, durante este período as deslocações às agências e aos balcões bancários devem resumir-se a serviços que não podem ser prestados via canais digitais, nomeadamente o envio e a recepção de transferências rápidas de dinheiro efectuados através de plataformas (Western Union, MoneyGram, Wari, etc.), bem como depósitos de montantes na própria conta do cliente.

Os levantamentos nas agências só podem ser efectuados para valores superiores a 20 mil escudos, exceptuando para os clientes que não dispõem de cartão vint4.

Os clientes bancários devem evitar deslocar-se aos bancos para fazer transacções sobre contas que não sejam próprias e os pedidos de moratória e de novos créditos devem ser efectuados, preferencialmente, via canais digitais como e-mail.

A entidade supervisora dos bancos aconselhou-os a reduzir o número de atendimentos diários, a reduzir o tempo de espera dos clientes e a incentivar os clientes a usar os serviços digitais que permitem a realização de operações bancárias/financeiras à distância, nomeadamente o serviço de internet banking (home banking).

Também decidiu que os bancos devem suspender os tarifários interbancários nas transacções efectuadas através de internet banking durante o período em que vigorar o estado de emergência e enquanto perdurarem as medidas restritivas de circulação, de modo a incentivar o uso de canais digitais.

Segundo o BCV, os saldos em conta de montantes até três mil escudos devem ser levantados de uma única vez pelos clientes que não possuem cartões bancários e os serviços de segurança privada dos bancos devem pedir às pessoas que se dirijam às agências dos bancos que mantenham uma distância de pelo menos dois metros entre si.

O Banco Central sugeriu ainda que os seguranças devem recorrer às autoridades policiais para que se cumpram esta e outras instruções que visam reduzir o risco de contágio de covid-19.

 

Fonte: Inforpress - https://noticias.sapo.cv/economia/artigos/bcv-suspende-taxas-nas-transaccoes-interbancarias-e-aconselha-clientes-a-ir-aos-bancos-apenas-por-extrema-necessidade

1ª Edição da Newsletter da PRÓ EMPRESA

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Prezado empresário/empreendedor

As nossas cordiais saudações.

Apresentamos-lhe  a 1ª edição da Newsletter da PROEMPRESA.

Colocamos à vossa disposição o nosso mais novo instrumento de comunicação. Neste momento, conturbador por que estamos a passar, vamos focar, nesta e nas próximas edições, na divulgação das medidas tomadas pelo Governo com vista a mitigar os efeitos negativos do COVID-19, sobre a atividade empresarial, bem como os resultados alcançados.

Votos de uma boa leitura"

 

Covid-19: BCV aconselha clientes a adoptar instrumentos de pagamento digitais em vez de notas e moedas

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O Banco de Cabo Verde (BCV) aconselhou hoje os clientes a adoptar meios de pagamento digitais em vez de notas e moedas metálicas, neste contexto “excepcional” que se vive devido à pandemia da covid-19.

Este conselho faz parte do conjunto de boas práticas publicadas pelo BCV, que com isso quer “reforçar as medidas de segurança, de contenção dos riscos de contágio e salvaguarda da saúde pública”.

Além de aconselhar a adopção de instrumentos digitais, o Banco Central também sugeriu que os clientes façam  pagamento quotidianos através dos canais ˈhomebankingˈ ou aplicativos para telemóveis disponibilizados pelos prestadores de serviços de pagamento, com comodidade e segurança.

De acordo com o BCV, sempre que for impossível utilizar esses meios para realizar operações de pagamento, os clientes devem  optar pelas caixas automáticas (ATM) ou terminais de pagamento automático (POS), evitando o máximo possível os contactos pessoais.

“Sempre que tiver que utilizar um POS, o cartão não precisa ser entregue ao comerciante, devendo ser o cliente a introduzi-lo na ranhura do chip ou a passar no leitor magnético, enquanto o comerciante segura no POS”, aconselha o BCV que aponta ainda para a utilização de um lenço/guardanapo no manuseio do cartão e das teclas do ATM ou POS, que deverá ser descartado depois da operação.

Outra recomendação é o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas na fila para aceder a um ATM ou a um POS.

Entretanto, o Banco Central pediu aos clientes que nunca acedam ao serviço de ˈhomebankingˈ da sua instituição, através de um link existente em mensagem de e-mail, de endereços gravados nos “favoritos” ou no “histórico”, nem de resultados de pesquisa de motores de busca.

“O cliente bancário deve sempre escrever, de forma completa, o endereço electrónico de acesso que pretende no motor de busca, a fim de evitar o acesso a programas que permitam a apropriação de informação confidencial ou que o reencaminhem para uma página web com a mesma aparência da instituição financeira, mas falsa”, lê-se no comunicado.

O BCV recomendou a não divulgação na totalidade das coordenadas do cartão matriz de acesso ao serviço de ˈhomebankingˈ, porque “a instituição financeira nunca o pedirá”. Também aconselhou a não utilização do serviço de ˈhomebankingˈ em equipamentos públicos como computadores, ˈsmartphonesˈ ou ˈtabletsˈ partilhados, nem da mesma palavra-chave utilizada para ligações que requerem menor segurança.

Pediu, igualmente, aos clientes que comuniquem a instituição sobre furto, roubo ou a apropriação abusiva do cartão matriz ou de outro elemento de segurança, que activem alertas de transferências e de débitos ou outros mecanismos de segurança.

Nas compras online sugeriu que estes procurem informações sobre o vendedor, pesquisando na internet o nome da empresa, e que verifiquem a segurança do site, que não utilizem redes wi-fi e computadores públicos.

A instituição supervisora dos bancos em Cabo Verde recomendou ainda a higienização do cartão de pagamento, dispositivo móvel ou computador, após cada utilização e que se evite tocar com as mãos no rosto, nariz e boca antes de higienizá-las.

 

Fonte: Inforpress - https://noticias.sapo.cv/economia/artigos/covid-19-bcv-aconselha-clientes-a-adoptar-instrumentos-de-pagamento-digitais-em-vez-de-notas-e-moedas

Startup Weekend Online termina este domingo com ideias focadas na Covid-19

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Esta edição esteve focada no desenvolvimento de soluções para responder aos desafios relacionados com a Covid-19. Este último dia é dedicado às apresentações finais das ideias. Depois, um júri irá avaliar e indicar os vencedores de cada área

A primeira edição do STARTUP WEEKEND ONLINE da Cheetah Start, organização com a missão de acelerar o ritmo da inovação em Cabo Verde, termina este domingo com quatrocentas participações do país e da diáspora, e com “satisfação pelo nível de participação”.

 
A opinião é de Samir Pereira, o director executivo da Cheetah Start que também saliente o nível de prémio e o destaque internacional que os vencedores poderão vir a ter, produto dos trabalhos desenvolvidos até agora.
 
“Começámos com cerca de 400 participantes a trabalhar em 43 ideias. Hoje [sábado] já estão a definir a criação das soluções, a trabalhar nos modelos de negócio. Estão a ser acompanhados pelos mentores que lhes estão a ajudar na melhor definição das ideias e na criação das soluções. Este domingo estarão a preparar as apresentações finais e depois um júri irá avaliar e indicar os vencedores de cada área”, disse Samir Pereira à RCV.
 
No entender de Samir Pereira, a participação é também motivada por prémios globais que envolvem um parceiro internacional que ajuda o vencedor a mobilizar investimentos para o negócio.
 
“Temos três prémios globais, um primeiro oferecido pela Cheetah Start que é um Boot Camp de inovação durante três dias para as equipas vencedoras de cada área. Temos um outro prémio global oferecido pela ProEmpresa que é o suporte para o desenvolvimento de um protótipo depois desta primeira fase, e temos também por parte de um parceiro internacional, a Pitch Drive, uma consultoria para as equipas para lhes ajudar a mobilizar investimentos para seus negócios”.
 
Prémios globais aos quais se juntarão os patrocinados por empresas nacionais e até pelo PNUD, que colaboram, assim, numa iniciativa considerada muito interessante por se estar a realizar sem barreiras, conforme Samir Pereira.
 
“Além destes prémios globais, temos ainda prémios para cada área. Na área da Saúde, a Emprofac oferereu o prémio, na área da Educação a Direcção Geral de Emprego e Estágio Profissional ofereceu o prémio. Na área da Comunidade o prémio é oferecido pela CV Móvel, na área das Populações Vulneráveis o prémio é do PNUD, e na área das empresas a ProEmpresa ofereceu o prémio. Em cada uma dessas áreas, o prémio oferecido ronda os 100 mil escudos. Esta edição online é muito interessante por acabar com todas as barreiras. Temos vários participantes, desde pessoas com 18 anos a outras já acima dos 60. Temos um público variado, gente sem formação superior e outras a trabalhar no Doutoramento”, pormenorizou.

A primeira edição do STARTUP WEEKEND ONLINE da Cheetah Start, organização com a missão de acelerar o ritmo da inovação em Cabo Verde, termina este domingo com quatrocentas participações do país e da diáspora e com satisfação pelo nível de participação.
 

Governo concede incentivos para importação e produção de dispositivos médicos e equipamento de protecção individual

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O Governo anunciou ontem (27/04) a criação de um conjunto de incentivos para a importação e produção de dispositivos médicos e equipamentos de protecção individual, para prevenção do contágio do novo coronavírus sars-cov-2.

O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia revelou hoje este “regime excepcional” à imprensa, indicando que o diploma vai isentar de direitos aduaneiros e do Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) na importação de bens como máscaras cirúrgicas, semi-máscaras de protecção respiratória, máscaras com viseira integrada e máscaras produzidas no País.

Como forma de facilitar o acesso a todos os cidadãos a estes “bens fundamentais” para protecção deste vírus, o Governo incluiu na lista das necessidades as matérias-primas, os dispositivos médicos, o equipamento médico hospitalar, incluindo ventiladores e vestuários, instrumento de diagnósticos, bem como ferramentas para a recolha e processamentos de dados.

Olavo Correia adiantou que esta proposta de lei já foi submetida à Assembleia Nacional para a sua aprovação e contempla ainda empresas autorizadas, álcool etílico e gel, desinfectante cutâneo de base alcoólica.

O governante disse que a importação de matérias-primas para protecção dos equipamentos de protecção individual e na importação de embalagens serão, igualmente, contempladas.

O diploma, explicou, isenta da taxa ecológica e ICE os bens e materiais sujeitos a estes tributos e implica a isenção de IVAS aos cidadãos junto das farmácias e instituições certificadas, por ser uma medida excepcional e contemporânea, determinante para redução de custos do acesso aos bens e dispositivos necessários para enfrentar a pandemia com menos riscos.

Entende o Governo que, para além do conjunto de medidas já adoptadas e destinadas às empresas e à protecção de rendimento, torna-se fundamental que com a retoma da vida social programada, faseada, alternada e parcial, não só garante o acesso à liquidez ao financiamento, como identifica um conjunto de outras medidas extemporâneas de incentivos estatais para a produção dos produtos necessários para dar resposta à pandemia.

Esta proposta, que vai ser apresenta já esta terça-feira na casa parlamentar, obriga que as empresas autorizadas na produção dos equipamentos de protecção individual e dispositivos médicos apresentem uma lista de materiais, isto é, matérias-primas a serem importadas para a sua produção.

O tecto para a produção, segundo a presidente do Centro de Estudos Fiscais, Maria da Luz Brito, que também participou nesta conferência de imprensa, será definido pelas próprias empresas, consoante as suas capacidades de respostas de importação, desde que a segurança e a qualidade sejam mantidas em conformidade com os regulamentos.

 

Fonte: Inforpress -  https://www.inforpress.cv/covid-19-governo-concede-incentivos-para-importacao-e-producao-de-dispositivos-medicos-e-equipamento-de-proteccao-individual/

 

 

 

   

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